Com a iminente proximidade da monografia resolvi procurar alguma coisa que pudesse me ajudar a achar um norte, um caminho, um atalho, uma placa de trânsito que fosse. Resolvi, então, ler sobre uma coisa que gosto muito mas entendo pouco: cinema. Tomei o famoso “História do Cinema Mundial” do Georges Sadoul emprestado e me embrenhei nos primórdios do surgimento do cinema e de como ele se tornou um contador de histórias.
A transformação do cinema em um simples registro do cotidiano para um possível canal de construção de histórias representadas, de criação de narrativas que mostrassem o fantástico, o inimaginável, o cômico, o inesperado, aconteceu graças ao Senhor Georges Meliès que viu naquela invenção maluca um veículo perfeito para contar as suas fábulas, cheias de truques e fantasia. E nenhum outro filme dos – possíveis – 2 mil filmes que rodou foi mais visto e adorado que “Viagem à Lua”, de 1902.
Já ouvi que o filme “não deve ser visto com os olhos de um espectador contemporâneo” ou algo do tipo, mas eu discordo. Acho o filme bonito, divertido e inventivo, independente de ter sido feito a mais de um século atrás. Mas, como eu já disse antes, disso tudo eu entendo muito pouco.
Em homenagem a este grande senhor e a esse grande filme, deixo essa singela bobagem:
Não sou um aficionado por assistir os filmes em primeira mão, mas dia desses li algumas coisas muito interessantes sobre o filme Na Natureza Selvagem, do Sean Penn, e não resisti a tentação de assisti-lo. Como eu já previa, o filme me emocionou bastante e me pilhei de fazer alguma coisa em homenagem ao magic bus, que apesar de não ser a minha passagem predileta, achei a mais emblemática. Foi quando recordei de uma antiga bobagem minha.
Um amigo que estava envolvido com uma revista eletrônica havia me pedido um texto pra publicação. Um conto, uma crítica, qualquer coisa. No dia da entrega, sem ter escrito uma linha, fui almoçar e um louco me presenteou com um diálogo, que na época, achei digno de transcrição. E essa foi a minha contribuição pra revista. Eles curtiram e resolveram até transformar em um curta. Eu fiz essa estampa ai embaixo.
Esse não é o slogan da TeeFury, mas poderia ser. Eles vendem somente uma estampa por dia e somente durante 24 horas. E adeus. Nunca mais. Se acabó. C’est fini. Gone.
E nem pensar em comprar várias pra revender depois; somente 2 peças por cabeça. Mas o preço é atrativo: 9 doláres norteamericanos. O genial é que eles entregam no Brasil e já com o frete fica 41 pilas. Muito aceitável. Ainda não comprei nenhuma, mas já entendi o espírito da coisa: compre impulsivamente senão pode acabar se arrependendo. A estampa da data deste post (imagem acima) está bem tentadora. Até o fim do dia me decido.
Da época em que o grande Nico Collares convertia textos pornôs para o espanhol no Terra Networks. Numa tarde em que o que nos animava era o “Barra 69″ do Caetano e do Gil, virei a capa e lá estava a ilustração que eu usei para iniciar os meus estudos serigráficos. A frase ali é do hino do Esporte Clube Bahia.
E pra quem não quiser sair por ai causando ataques epiléticos nas pessoas há as versões com a impressão em preto:
Nas minhas primeiras férias remuneradas da história, adquiri um belo óculos na feira de San Telmo em Buenos Aires. Um raro momento de impulsividade consumista. Invejosos me difamaram comparando-me ao grande médium Chico Xavier e, assim, nasceu a bobagem. Recomendo o uso em locais populares como ônibus e feiras.
Minha humilde homenagem ao maior ídolo da história gremista. Não tive a felicidade de vê-lo jogando com a tricolor, mas estava no Olímpico quando ele, jogando pelo Flamengo, levou 6×1 na Copa do Brasil de 1989. Foi lindo.
Para abrir os trabalhos, a reedição da bobagem dos anos 90 que eu nunca achei pra comprar. Por conta do aniversário do pai adornei um belo avental para presenteá-lo. Modéstias a parte, se meu mate tem sido elogiado por onde ele é servido, muito se deve aos ensinamentos do Seu João. Logo, uma justa homenagem.